DETALHES

Abr 28 2021
18:30H - 19:00H
Online
Ficha Técnica
Descrição

“CARAS DO FRANCO – Entrevistas com David Bamo” é uma série de conversas com diversos actores culturais sobre as suas memórias e vivências à volta do Centro Cultural Franco-Moçambicano. O espaço procura recordar momentos marcantes e compreender a relevância do CCFM em todo ecossistema das artes da cidade de Maputo e do país no seu todo. Passam pelo CARAS DO FRANCO artistas, activistas e sobretudo guardiões da diversidade e criatividade que também ajudaram a consolidar a visão e os ideais do Franco. Bem-vindos!

David Bamo é jornalista cultural e apresentador de televisão. Actualmente edita e apresenta programas culturais na Televisão de Moçambique e na RTP África; é co-apresentador do Músicas de África, autor e editor da série Fora de Cena.
Coordena o Seminário de Jornalismo Cultural, uma plataforma que tem estado a redefinir o espaço/presença dos conteúdos de arte na comunicação social em Moçambique; com debates, programas de estágios internacionais e workshops. Como empreendedor, fundou a agência de comunicação SóArte Media.
Em 2020 foi vencedor do Prémio África Ideias atribuído pela RTP África.

Roberto Chitsondzo (1961) é natural de Xai-Xai, província de Gaza. A par da sua carreira de professor, educador, activista social e deputado, é membro da emblemática banda moçambicana Ghorwane, formada em 1983, e em actividade até aos dias de hoje.
Já percorreu quase todo o país a cantar e a contar histórias tendo emprestado a voz aos Ghorwane desde longa data. Com a banda dos “bons rapazes”, como Samora Machel lhes chamou, percorreu também o mundo, passando por vários palcos europeus.
Em 2017, com a edição da sua obra de estreia “Kwiri”, sedimenta a sua carreira a solo, abrindo espaços para expor as diversas dimensões do seu percurso. Com Kwiri, Chitsondzo pretende dialogar de forma íntima com o seu público e oferecer as suas melodias. Tal como Mia Couto descreveu: “Roberto é um cantor que não apenas nasceu em Moçambique. Moçambique está nascendo dele, do talento de alguém que nos canta e celebra os lugares e os nomes que temos sem que o soubéssemos antes”.

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