Jean-Christophe Rufin nasceu  no dia  28 de Junho de 1952, em Bourges, Le Cher, França. É um médico, escritor e diplomata francês.

Depois do falecimento do seu pai, a sua mãe foi trabalhar em Paris como publicitária. Não podendo educar o filho sozinha, entregou-o aos seus  avós que cuidaram dele cedo. Depois de ter frequentado os liceus parisienses Janson-de-Mercante e Claude-Bernard, Jean-Christophe Rufin forma-se na Faculdade de Medicina de La Pitié-de-Mercília e no Instituto de Estudos Políticos de Paris.

Jean-Christophe Rufin dedicou mais de vinte anos da sua vida a trabalhar em ONGs na Nicarágua, Afeganistão, Filipinas,  Ruanda e nos Balcãs. Esta experiência no terreno levou-o a examinar o papel das ONGs em situações de conflito. No seu primeiro ensaio, “Le Piège humanitaire” (1986) e no seu terceiro romance, “Causes perdues” (1999), retrata os desafios políticos da acção humanitária e os paradoxos dos movimentos “sem fronteiras” que, com a intenção de ajudar as populações também se impõem de forma autoritária. Os seus romances históricos, políticos e de aventura assemelham-se a narrativas de viagens, na maior parte de natureza histórica.

Em Agosto de 2007, foi nomeado Embaixador da França no Senegal e, em 2008, foi eleito para a Academia Francesa, da qual se tornou o membro mais jovem.

Obras literárias

« Le Piège humanitaire – Quand l’humanitaire remplace la guerre », 1986

« L’Empire et les Nouveaux Barbares », 1991

« La Dictature libérale », 1994 (Prix Jean-Jacques Rousseau)

« L’Aventure humanitaire », 1994

« Géopolitique de la faim – Faim et responsabilité », 2004