Koffi Kwahulé

Koffi Kwahulé é um escritor da Costa do Marfim. Iniciou a sua formação artística no Instituto Nacional das Artes de Abidjan. Em 1979, mudou-se para França, concluindo os seus estudos na Escola Nacional Superior de Artes e Técnicas de Paris e fez o doutoramento em Teatro na Universidade de Paris III. Desde 1977, escreveu cerca de trinta peças, algumas das quais publicadas pela Lansman e pela Théâtrales. A sua linguagem tem sido descrita como musical, influenciada pelos ritmos do jazz. O seu romance Babyface, de 2006, ganhou o prémio Ahmadou Kourouma e o Grande Prémio das Letras da Costa do Marfim.
Hoje, Kwahulé está entre os dramaturgos africanos mais populares do mundo; o seu trabalho foi traduzido para inúmeras línguas, e suas peças foram mostradas na Europa, nos Estados Unidos e no Canadá.

 Obras literárias

Bintou (teatro, 1997)

Fama (teatro, 1998)

Il nous faut l’Amérique ! (teatro, 1997)

La Dame du café d’en face (teatro, 1998)

Jaz (teatro, 1998)

La Jeune fille au gousset (novela, 1998)

Les Créanciers (teatro, 2000).

Village fou ou Les Déconnards (teatro, 2000).

P’tite-Souillure (teatro, 2000).

Big Shoot (teatro, 2000).

Une si paisible jolie petite ville, (teatro, 2001)

El Mona, (teatro, 2001)

Goldengirls (teatro)

Veillée d’armes (novela, 2002).

Western (novela, 2003).

Ces gens-là (teatro, 2003)

Le Masque boiteux ou Histoires de soldats (teatro, 2003)

Scat (teatro, 2003)

Blue-S-cat (teatro, 2005)

Misterioso – 119 (teatro, 2005)

Brasserie (teatro, 2006)

Babyface (romance, 2006)