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Vasco Manhiça

Nasceu em 1978, na província de Nampula, Norte de Moçambique e cresce no Bairro do Aeroporto, nos subúrbios da cidade de Maputo.

É formado em Design de Comunicação pela caMedienCollege, Essen, Alemanha (2010) e em Design Gráfico pela Escola Nacional de Artes Visuais em Maputo, Moçambique (1998).

Os seus trabalhos são caracterizados pelo uso misto de técnicas e de cores quentes onde se nota, uma predominância do uso da mancha e do desenho (que nos lembram da expressão infantil ou dos graffitisdas zonas suburbanas de Maputo) e, recentemente, pela introdução da colagem, auxiliada pela escrita, onde palavras sustentam a proposta que o artista nos tenta apresentar nas suas análises.

A arquitectura visual, a poesia (de combate) dilatam-se no espaço da pretensa contestação política e económica da sociedade onde está inserido. Vasco Manhiça ressalta o peso das diferenças na balança universal, como resultado da fragmentação do tecido social. A questão social é a linguagem predominante nas suas obras onde as interrogações quotidianas são a representação fiel da condição humana reinterpretada, revisitada e reinventada da maneira mais crua.

Participa, desde 1995, em exposições colectivas, workshops e programas de residências artísticas em Moçambique, Portugal, Alemanha, África do Sul, Senegal e Nigéria. Apresentou a sua 5ª exposição individual em 2015.

Vasco Manhiça já foi distinguido com vários prémios nacionais em Moçambique, a destacar: 1998 – 2° Prémio – Expo Anual MUSART – Museu Nacional de Arte, Moçambique;1° Prémio (Desenho) – Bienal TDM 1999 – Telecomunicações de Moçambique e, com o 1° Prémio da Expo Anual MUSART, edição de 2016 – Museu Nacional de Arte, Maputo, Moçambique.

O seu trabalho está representado em várias colecções privadas e públicas em Moçambique e noutros países e publicado em várias publicações.

Vive e trabalha, actualmente, em Moçambique, depois de cerca de 13 anos na Alemanha e passagem por outros países.

EXPOSIÇÕES INDIVIDUAIS

2021: «O Novo Normal» – (Centro Cultural Franco-Moçambicano), Maputo, Moçambique
2017: «Pandza Show»
– Fundação Fernando Leite Couto, Maputo, Moçambique
2015: «Ponto de Vista» – CCP (Camões – Centro Cultural Português), Maputo, Moçambique
2013: «TheBlack Box» – CCFM (Centro Cultural Franco-Moçambicano), Maputo, Moçambique
2009: «Pim-Pam-Pum» – Galeria StadthausLechenich, Erftstadt, Alemanha
2007: «Entre Mundos» – Galeria KIR, Oberhausen, Alemanha
2006: «Sentindo Alto» – Biblioteca Central de Duisburg, Alemanha